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Quantos filhos devemos ter para sermos felizes? A ciência responde

Será que ter filhos é sinónimo de felicidade? Ou será precisamente o contrário?

Quantos filhos devemos ter para sermos felizes? A ciência responde
Notícias ao Minuto

14:30 - 14/05/19 por Notícias Ao Minuto 

Lifestyle Família

Segundo um estudo de 2006 ter apenas um filho é o número ideal, já que de acordo com a pesquisa ter um segundo ou terceiro filho não contribuem para o aumento da felicidade. Outro, mais recente, aponta que o ideal está nos dois e que mais pode contrariar o índice de felicidade dos pais.

A maioria dos europeus adultos considera que a família ideal é composta por dois filhos, nem mais nem menos. Já nos Estados Unidos mais de metade dos adultos opta por ter dois filhos e um terço três. Em Portugal, a maioria dos casais tem entre um e dois filhos, mas gostaria de ter pelo menos mais um.

Contudo será que estas preferências baseadas totalmente na felicidade dos pais? Ashley Gibby, estudante de sociologia e demografia da Penn State University, nos EUA, diz que não. Estes resultados podem estar a ser manipulados por aquilo a que se chama o 'número normal' de filhos nas civilizações ocidentais. “Ter o número ‘normal’ de filhos é socialmente e institucionalmente mais apoiado”, conta à revista The Atlantic. “Por isso, talvez dois seja o ideal num sítio em que a norma é ter dois. No entanto, se a norma mudasse, penso que a resposta à pergunta mudaria também”, diz.

Muitos especialistas consideram que o número ideal de filhos depende do que cada pessoa ou casal considera ‘ideal’ para si. “Quando um casal sente que tem mais interesse em ter filhos; mais energia para crianças; talvez mais apoio, como os avós por perto; e um salário decente, ter uma família grande pode ser a melhor opção”, opina Brad Wilcox, diretor do National Marriage Project da Universidade de Virgínia, nos EUA. Quando se dá o contrário e a família não tem os apoios financeiros, sociais ou emocionais necessários, talvez o melhor seja manter a família mais pequena.

E não ter filhos?

“Se quiser viver uma vida centrada em si enquanto adulto, praticar atividades de lazer dispendiosas, aproveitar uma relação íntima com o seu parceiro, e ambos os membros do casal querem dedicar o seu tempo à carreira, zero filhos seria a solução”, teoriza Kei Nomaguchi, sociologista da Universidade de Bowling Green State, também nos EUA.

O número ótimo de filhos depende então da idade, da época da vida e das condições da família. Assim como a própria noção de felicidade também varia: de pessoa para pessoa, de momento para momento, de contexto para contexto.

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